Não é mais o mesmo nem se quisermos. Tão inascessível, longe e sério. Deixava um quê de sisudez quando passava e rastros vermelhos em minhas bochechas e sempre um sorriso em meus lábios.
Não fui maluca quando quis informações, fui pioneira.
Hoje, em menino que me faz rir e logo após me faz fazer bico gargalhando.
Tão fácil de conversar. Ai medo de não agradar, nenhuma dica de quem tu eras. Na cara e na coragem fui descobrir por meus próprios pés.
sábado, 2 de outubro de 2010
Intensa
Um perfume que marca, um sorriso que chama, um olhar que ilumina.
Intensa de uma forma feminina.
Gargalha quando acha graça;
chora quando sente vontade.
Chama quando quer perto;
afasta quando enjoa.
Intensa na forma de viver, de ver a vida, de desejar tudo.
Olha a sua volta, admirando nunca invejando.
Intensa, ouve isso e se arrepia, pensando e sorrindo.
Faz disso combustível para continuar sorrindo e lutando.
Intensa de uma forma feminina.
Gargalha quando acha graça;
chora quando sente vontade.
Chama quando quer perto;
afasta quando enjoa.
Intensa na forma de viver, de ver a vida, de desejar tudo.
Olha a sua volta, admirando nunca invejando.
Intensa, ouve isso e se arrepia, pensando e sorrindo.
Faz disso combustível para continuar sorrindo e lutando.
RP1
Sento, olho, reflito, mudo de lugar. Tiro os sapatos, cruzo as pernas, olho, reflito.
Leio, leio, leio.
Paro, levanto a cabeça, reflito. Poucas semanas para o fim. Poucos minutos para as cortinas se fecharem e o espetáculo acabar.
Escrevo, saco papel e caneta, escrevo de novo.
Paro, olho, reflito.
Meus olhos esquecem-se que precisam abrir depois de uma piscadela.
Paro, olho, reflito.
Pisco mais que o normal.
Tem areia em minha vista.
Paro, olho, pisco. Volto a estudar.
Leio, leio, leio.
Paro, levanto a cabeça, reflito. Poucas semanas para o fim. Poucos minutos para as cortinas se fecharem e o espetáculo acabar.
Escrevo, saco papel e caneta, escrevo de novo.
Paro, olho, reflito.
Meus olhos esquecem-se que precisam abrir depois de uma piscadela.
Paro, olho, reflito.
Pisco mais que o normal.
Tem areia em minha vista.
Paro, olho, pisco. Volto a estudar.
A música mexe em alguma parte da mente que desmente toda a ilusão.
Vontade de escrever no escuro, de abraçar o desconhecido, de mergulhar na água fria do oceano.
Queria ter me país das maravilhas e fugir desse mundo repleto de compromissos e ilusões desmentidas pela mente que mente.
Vontade de ficar pequenina para que ninguém me encontre e de ser gigante para que ninguém mexa comigo.
Não era preciso tudo isso, foi pura teimosia.
Foi vontade de mudar, de encontrar dentro de mim.
Diz que valerá a pena tudo isso?
Vontade de escrever no escuro, de abraçar o desconhecido, de mergulhar na água fria do oceano.
Queria ter me país das maravilhas e fugir desse mundo repleto de compromissos e ilusões desmentidas pela mente que mente.
Vontade de ficar pequenina para que ninguém me encontre e de ser gigante para que ninguém mexa comigo.
Não era preciso tudo isso, foi pura teimosia.
Foi vontade de mudar, de encontrar dentro de mim.
Diz que valerá a pena tudo isso?
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